Na solitude estamos constantemente encantados conosco
mesmos.
Ela é abençoada, um profundo preenchimento, que nos mantém centrados
e enraizados.
Ela é independente.
Todos são um fim em si mesmos.
Ninguém existe para ser usado.
Quem está no pico da solitude só se atrai por quem também esteja só.
Dois solitários olham um para o outro, mas dois que conheceram a solitude olham para algo mais elevado.
Se estão felizes consigo mesmos, tornam-se companheiros.
As palavras felicidade e acontecimento têm a mesma raiz em inglês.
Porque a felicidade simplesmente acontece.
Para ser feliz é preciso deixar acontecer.
O caminho do amor deve ser tomado com tremenda consciência e o da consciência, com tremendo amor.
Depois de cada experiência profunda nos sentimos sós e tristes: seja um grande amor ou uma
meditação.
Por isso muitos evitam experiências profundas.
A solitude é bela e livre.
É um momento em que o outro não é necessário.
Após essa liberdade o amor é possível.
-Osho-


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